DIA 07 de julho de 2011
SESSÃO MAGNA DE REASSUNÇÃO DO VENERÁVEL MESTRE E POSSE DA ADMINISTRAÇÃO
A.R.L.S. de Estudos e Pesquisas Maçônicas Sabedoria Triunfante nº 4069
Horário: 20,00 horas
LOCAL: Espaço Maçônico Irmãos Unidos
Rua Carlos Gomes, 179 - Largo do Barradas - Niterói - RJ.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Sessão exclusiva para Mestres Maçons (09/junho/2011)
Expositor: Irm. Elmo Machado
Tema: EXALTAÇÃO A MESTRE. MESTRE DE QUÊ?
Enfim chegou o dia, tão aguardado, da exaltação. Vamos atingir a plenitude maçõnica. Iniciamos a Sessão como Companheiros e, ao final, somos Mestres. Mestres de quê?
Tomamos conhecimento da Lenda de Hiram, mal tomamos conhecimento das palavras, toques e sinais, nem aprendemos direito a marcha, mas já somos Mestres. Mestres de quê?
Teoricamente só podemos tomar conhecimento das instruções e ensinamentos do grau após a exaltação, mas, o progresso na Maçonaria, vai depender do interesse de cada um. Digo teoricamente, pois vejo hoje em dia, Aprendizes e Companheiros tendo acesso, através da INTERNET e pela facilidade em adquirir livros maçônicos, inclusive, em bancas de jornais, a informações de graus superiores aos seus. Nestes casos, pelo menos, embora erroneamente, demonstrem interesse pelos ensinamentos da Ordem. Digo erradamente porque devemos subir a escada degrau por degrau, sem atropelamentos, vencendo a ansiedade que tanto abala nosso sistema nervoso, desequilibrando nosso organismo e reduzindo nossa imunidade.
A partir deste dia, muitos acreditam que já são realmente Mestres e não se interessam em aprender mais nada. Muitos chegam a este ponto sem terem aberto Constituições, Regulamento Geral, Códigos, Estatutos ou, sequer, lido algum livro sobre Maçonaria. Alguns chegam até a serem eleitos Veneráveis Mestres de suas Lojas, tornando-se Mestres Instalados, sem terem conhecimentos básicos para exercer o cargo, movidos apenas pela vaidade.
Antigamente só havia dois graus, o de Aprendiz e o de Companheiro, e o Mestre, ou Master, era escolhido entre os Companheiros para dirigi-los. Criaram então o 3º Grau, dividindo o ensinamento e dando-lhe o nome de Mestre. Mestre de quê? precisamos estimular o estudo, a busca do conhecimento, em nossos Irmãos, afim de que estejam preparados para exercer cargos no mundo profano, onde possam, com seu comportamento e preparo ajudar a construir um mundo melhor e mais justo.
Apesar de ser um dos nossos princípios, o combate à vaidade, a busca por títulos, condecorações e cargos com regalias, é cada vez maior. Muitos só querem ser eleitos Veneráveis de suas Lojas, pensando em obter o título de Mestre Instalado, o que lhes trará certas regalias, sem pensar no crescimento e em projetos futuros.
Ao ser criada a figura do Mestre Instalado no Simbolismo e estendida a todos os ritos, acabou-se criando um "monstro" que vai contra a tal plenitude maçônica atingida com a exaltação. Senão, vejamos:
A Cerimônia de Instalação é como uma Colação de Grau, restrita àqueles que o possuam, com Lenda, toques, palavras e sinais, como qualquer outro Grau. E é aí que está o problema, restrito a poucos privilegiados eleitos, que não precisam demonstrar conhecimentos para atingi-lo. Se precisamos apresentar trabalhos e responder a sabatinas para atingir graus superiores, por que não também para sermos Instalados, passando a ser um direito de todos e não um privilégio de alguns? O privilégio passaria a ser a ocupação pura e simples do Cargo de Venerável Mestre, eleito entre os Mestres Instalados, na condução dos trabalhos e crescimento de sua Loja, como qualquer dirigente eleito no mundo profano.
Ao não permitirmos o acesso aos "mistérios" do Mestre Instalado a todos os irmãos que provem sua capacitaçao, estamos indo contra pelo menos dois dos princípios fundamentais da Maçonaria: a Liberdade e a Igualdade.
Entendemos que, após três anos no Grau de Mestre, os Maçons deveriam ter direito de, após comprovação de conhecimentos adquiridos, tanto ritualísticos quanto administrativos, a serem Instalados na Cadeira de Salomão, símbolo da Sabedoria, passando então a estarem aptos a exercerem altos cargos, se eleitos, e serem Mestres da Maçonaria.
Em minha defesa, apresento as palavras de dois grandes Maçons escritores e pesquisadores, registradas no livro "Manual do Mestre Instalado", de autoria do irmão José Castellani, com apresentação do irmão Xico Trolha, publicado pela Editora Maçônica "A TROLHA" Ltda, em 1999.
Expositor: Irm. Elmo Machado
Tema: EXALTAÇÃO A MESTRE. MESTRE DE QUÊ?
Enfim chegou o dia, tão aguardado, da exaltação. Vamos atingir a plenitude maçõnica. Iniciamos a Sessão como Companheiros e, ao final, somos Mestres. Mestres de quê?
Tomamos conhecimento da Lenda de Hiram, mal tomamos conhecimento das palavras, toques e sinais, nem aprendemos direito a marcha, mas já somos Mestres. Mestres de quê?
Teoricamente só podemos tomar conhecimento das instruções e ensinamentos do grau após a exaltação, mas, o progresso na Maçonaria, vai depender do interesse de cada um. Digo teoricamente, pois vejo hoje em dia, Aprendizes e Companheiros tendo acesso, através da INTERNET e pela facilidade em adquirir livros maçônicos, inclusive, em bancas de jornais, a informações de graus superiores aos seus. Nestes casos, pelo menos, embora erroneamente, demonstrem interesse pelos ensinamentos da Ordem. Digo erradamente porque devemos subir a escada degrau por degrau, sem atropelamentos, vencendo a ansiedade que tanto abala nosso sistema nervoso, desequilibrando nosso organismo e reduzindo nossa imunidade.
A partir deste dia, muitos acreditam que já são realmente Mestres e não se interessam em aprender mais nada. Muitos chegam a este ponto sem terem aberto Constituições, Regulamento Geral, Códigos, Estatutos ou, sequer, lido algum livro sobre Maçonaria. Alguns chegam até a serem eleitos Veneráveis Mestres de suas Lojas, tornando-se Mestres Instalados, sem terem conhecimentos básicos para exercer o cargo, movidos apenas pela vaidade.
Antigamente só havia dois graus, o de Aprendiz e o de Companheiro, e o Mestre, ou Master, era escolhido entre os Companheiros para dirigi-los. Criaram então o 3º Grau, dividindo o ensinamento e dando-lhe o nome de Mestre. Mestre de quê? precisamos estimular o estudo, a busca do conhecimento, em nossos Irmãos, afim de que estejam preparados para exercer cargos no mundo profano, onde possam, com seu comportamento e preparo ajudar a construir um mundo melhor e mais justo.
Apesar de ser um dos nossos princípios, o combate à vaidade, a busca por títulos, condecorações e cargos com regalias, é cada vez maior. Muitos só querem ser eleitos Veneráveis de suas Lojas, pensando em obter o título de Mestre Instalado, o que lhes trará certas regalias, sem pensar no crescimento e em projetos futuros.
Ao ser criada a figura do Mestre Instalado no Simbolismo e estendida a todos os ritos, acabou-se criando um "monstro" que vai contra a tal plenitude maçônica atingida com a exaltação. Senão, vejamos:
A Cerimônia de Instalação é como uma Colação de Grau, restrita àqueles que o possuam, com Lenda, toques, palavras e sinais, como qualquer outro Grau. E é aí que está o problema, restrito a poucos privilegiados eleitos, que não precisam demonstrar conhecimentos para atingi-lo. Se precisamos apresentar trabalhos e responder a sabatinas para atingir graus superiores, por que não também para sermos Instalados, passando a ser um direito de todos e não um privilégio de alguns? O privilégio passaria a ser a ocupação pura e simples do Cargo de Venerável Mestre, eleito entre os Mestres Instalados, na condução dos trabalhos e crescimento de sua Loja, como qualquer dirigente eleito no mundo profano.
Ao não permitirmos o acesso aos "mistérios" do Mestre Instalado a todos os irmãos que provem sua capacitaçao, estamos indo contra pelo menos dois dos princípios fundamentais da Maçonaria: a Liberdade e a Igualdade.
Entendemos que, após três anos no Grau de Mestre, os Maçons deveriam ter direito de, após comprovação de conhecimentos adquiridos, tanto ritualísticos quanto administrativos, a serem Instalados na Cadeira de Salomão, símbolo da Sabedoria, passando então a estarem aptos a exercerem altos cargos, se eleitos, e serem Mestres da Maçonaria.
Em minha defesa, apresento as palavras de dois grandes Maçons escritores e pesquisadores, registradas no livro "Manual do Mestre Instalado", de autoria do irmão José Castellani, com apresentação do irmão Xico Trolha, publicado pela Editora Maçônica "A TROLHA" Ltda, em 1999.
quarta-feira, 2 de março de 2011
I CICLO DE ESTUDOS
Dia: 17 de março de 2011 – 20,00 h.
Local: Espaço Maçônico Irmãos Unidos
Rua Carlos Gomes, 179, Largo do Barradas
Niterói – RJ.
O APRENDIZADO MAÇÔNICO
Irm\ Robson Rodrigues da Silva
Oriente de Niterói – RJ.
Não bastassem os problemas ligados à Ritualística, à Liturgia, e à Administração Maçônica a maioria das Lojas Simbólicas, em que pese o esforço dos seus Vigilantes e Veneráveis Mestres, deixa muito a desejar no que diz respeito ao aprendizado maçônico. Mas embora as Lojas tenham o dever de empenhar-se no aperfeiçoamento dos seus membros em contrapartida seus Aprendizes, Companheiros e Mestres têm igualmente o dever empenharem-se na busca do aprendizado maçônico. É o que tentaremos demonstrar a seguir.
À Loja que iniciou o Aprendiz cabe doravante a tarefa de ministrar-lhe os ensinamentos necessários à sua formação maçônica nos três graus da Maçonaria Simbólica.
No entanto, no dizer de Nicola Aslan, “as Lojas Simbólicas, geralmente sobrecarregadas por preocupações de ordem administrativa, litúrgica ou filantrópica dispõem de muito pouco tempo para ministrarem instruções eficientes dos três primeiros graus, limitando-as, via de regra, à comunicação dos Sinais, Toques e Palavras, além do adestramento dos Obreiros na liturgia e no ritualismo...”.
Ora, se as Lojas Simbólicas, como constatado pelo Irm.: Aslan, via de regra, limitam-se à comunicação dos Sinais, Toques e Palavras, não é difícil deduzir que não haja nesses casos propriamente aprendizado maçônico. O que há é transmissão de conhecimentos, informações, mas não aprendizagem.
“Aprender é a capacidade que o ser humano tem de assimilar, introjetar, produzir e reproduzir conteúdos novos” -- ensina a educadora Dulce Magalhães.[1]
Esses conteúdos -- ela prossegue -- são os elementos que formam percepção, intenção, interpretação e decisão – as quatro modalidades de construção da realidade. Quando aprendemos alteramos nossos conteúdos de forma a produzir uma nova realidade. Para que haja aprendizagem é preciso que haja alteração da realidade. Quando aprendemos a percepção e interpretação da realidade já não é a mesma que tínhamos antes. Podemos dizer que nosso mundo mudou. Houve mudança. Nós mudamos. Por outro lado, se apesar do estudo e conhecimento que adquirimos a nossa realidade não mudou é sinal que não aprendemos.
Aprender, portanto, é muito mais que simplesmente estudar ou receber as informações sobre determinado conhecimento, pois nem sempre isto irá gerar uma nova perspectiva ou realidade.
Para que o Aprendiz, o Companheiro e o Mestre possam de fato aprender é necessário muito mais que simples comunicação de Sinais, Toques e Palavras ou informações sobre os conteúdos simbólicos dos instrumentos de trabalho do seu grau. A mesma professora aponta para algumas qualidades necessárias para que ocorra o aprendizado, dentre as quais, elegemos três e sobre elas passaremos a discorrer.
Abertura – A abertura é uma das primeiras condições para que o processo de aprendizagem desabroche. O Aprendiz Maçom há que estar aberto ao conhecimento do novo, à mudança, à formação de novos paradigmas. Em hipótese alguma ele deve estar fechado em suas “verdades”. É preciso que duvide daquilo que sabe ou conheceu até então.
Interesse – Interessar-se é voltarmos nossa atenção para aquilo que a nós convém, julgamos conveniente, importante, oportuno; que irá acrescentar algo mais em nossa vida. O Aprendiz tem que ter o interesse despertado para os ensinamentos maçônicos. Caso ele considere o processo de ler, pesquisar, inquirir e ouvir a respeito dos ensinamentos maçônicos uma tarefa chata e enfadonha não há interesse e, portanto, a aprendizagem não ocorrerá.
Curiosidade. A curiosidade é outra qualidade indispensável para o aprendizado. Sem ela não teríamos os maiores gênios e filósofos. Quando é iniciado o Candidato é advertido: “Se a curiosidade aqui te conduz, retira-te!” Mas não nos referimos aqui à curiosidade no sentido pejorativo do termo. O Aprendiz Maçom não deverá ser um xereta, bicão ou intruso, mas alguém insatisfeito com aquilo que lhe é repassado, disposto a querer mais, perguntar, saber mais, investigar. Ele deverá ter sempre em mente as perguntas “Por que?” e “O que é?” Por que Loja? Por que orla dentada? Por que a Bíblia? Por que três passos? O que é pavimento mosaico? O que é Oriente? E assim sucessivamente.
O Aprendiz Maçom recebe os ensinamentos do seu grau nas Sessões Maçônicas. Mas por diversos fatores eles não são suficientes para que ele adquira os conhecimentos necessários ao seu aprendizado. Assim como um aluno não consegue apreender tudo apenas comparecendo às aulas do seu curso, também o Aprendiz deverá, além das instruções recebidas nas Sessões, dedicar-se em casa ampliando os seus estudos a respeito daquilo que lhe foi repassado nas Sessões Maçônicas. Para tanto, ele deverá atentar para alguns pontos fundamentais:
O Local. A escolha do local é fundamental. Um ambiente tranquilo em qualquer canto da casa é o suficiente. Não precisa ser super equipado. Basta que nele o acesso aos livros e demais materiais de estudo estejam à mão. Não é conveniente estudar no local de trabalho, nem nas conduções no trânsito.
Horário. O horário também deve ser estabelecido e preciso. É importante reservar um horário determinado. Nunca deixar para estudar no horário que sobrar, pois o tempo passará e não sobrará tempo nenhum. É importante lembrar que o tempo somos nós que fazemos, dando prioridade àquilo que nos interessa. Aqueles que alegam não ter tempo para estudar, na verdade, não estão é priorizando os estudos.
Além disso, o Aprendiz deverá ter:
Disciplina. A disciplina é uma virtude e como tal pode ser adquirida pelo hábito. Caso o aprendiz decida estudar um pouco sobre o seu grau todos os dias criará um hábito. No entanto, não é preciso que ele chegue a tanto. Basta decidir por um ou dois dias na semana, uma ou duas horas e já terá um aprendizado satisfatório.
Espírito crítico. O espírito crítico aqui referido não é o de atentar apenas para o lado negativo de pessoas e coisas, mas de não aceitar tudo como pronto e acabado. Trata-se de questionar, analisar os méritos e deméritos do que estão nos livros, revistas, internet e outros ensinos repassados.
A leitura dos rituais é de extrema importância. Mas não é o suficiente. Os estudos maçônicos vão além dos rituais. Estes, embora indispensáveis, não devem ser o único objeto de estudo. Xico Trolha, um dos maiores escritores maçônicos do nosso país, costumava dizer que os rituais são apenas o feijão com arroz. As cartilhas, instrucionais e manuais de estudos maçônicos criados por algumas Lojas e Obediências são subsídios importantes, mas também não são suficientes. O Aprendiz deverá dispor ainda de alguns bons livros, nacionais e estrangeiros, inclusive, dicionários maçônicos etimológico e de termos maçônicos. A relação dos livros próprios para o Aprendiz deverá ser feita pelos principais instrutores da Loja, os Vigilantes e o Orador. Além destes qualquer outro Irmão com o conhecimento necessário deverá orientar o Aprendiz quanto aos livros que deve comprar e aqueles que não deve comprar, por serem produto da fantasia de determinados autores e nada confiáveis.
Cremos que cumprindo a Loja a sua tarefa de orientar e ministrar ao Aprendiz os ensinamentos maçônicos básicos do seu grau e este se dedicando com interesse aos estudos o aprendizado com certeza virá.
Por derradeiro é importante ressaltar que o ser humano está continuamente aprendendo. Não há limite de idade para aprender. Qualquer pessoa é capaz de aprender, desde que deixe de lado a baixaestima, o “eu não consigo”; tenha garra, vontade, determinação e atente para alguns requisitos básicos para o aprendizado.
PERGUNTAS
1. Como você avalia o Aprendizado Maçônico?
2. O que podemos fazer para melhorar o Aprendizado Maçônico?
[1] Dulce Magalhães et al. Superdicas Para Ensinar e Aprender. Rio de Janeiro, Editora Saraiva, 2ª Edição, 2009.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
SÍNTESE - O Uso Ético da Internet entre os Maçons
Síntese dos debates da Sessão do dia 09 de setembro de 2010 da Loja de Estudos e Pesquisas Maçônicas SABEDORIA TRIUNFANTE.
Tema: O Uso Ético da Internet entre os Maçons
Além dos irmãos da Loja, os trabalhos contaram com a participação de Irmãos de outras Lojas, a saber: Elemar Guida Malta, Fernando Gregório, José Mauro Cabral, Luiz Antonio Vieira, Marcel Merlone e Ubyrajara de Souza Filho, os quais contribuíram via e-mail para o tema em estudo.
Após a leitura do texto “O Uso Ético da Internet entre os Maçons”, e debate em torno do mesmo, conclui-se, em síntese, o que segue:
O repasse de e-mails a irmãos sem que estes tenham sido consultados se desejam ou não receber as informações repassadas, em princípio, não foi considerado um desrespeito à privacidade. Ponderou-se que não há invasão da privacidade quando o assunto é importante, como sobre a sociedade e o país. No entanto, foi considerado como invasão da privacidade quando o assunto enviado trata de tolices. Considerou-se, sim, desrespeito quando são repassadas ou enviadas mensagens não compatíveis com o nosso tipo de relacionamento. Deve-se, aí, ser respeitado o nosso interlocutor.
Em termos de temas polêmicos, como política e religião, o bom senso deve prevalecer e respeitar-se as opiniões alheias. Foram também considerados como invasão de privacidade as mensagens repetidas, apesar de solicitação anterior para que não fossem mais enviadas mensagens relativas a determinados assuntos. Há invasão de privacidade, aí, por não se respeitar a liberdade do irmão em ser seletivo. Em todos os casos, tolerância, fraternidade e educação devem ser observadas na intercomunicação entre os Maçons.
Os mesmos princípios éticos e morais que devem regular as relações entre os homens devem ser observados no uso da internet pelos Maçons. Alguns princípios foram elencados. Lembrou-se que a liberdade tem limite, ela vai até um ponto em que não há ofensa ao outro. Embora deva ser respeitada a liberdade de pensamento e informação, esta deve ser usada com ponderação, observando-se o que é certo e o que é errado, bem como o direito do outro. Foi ressaltado, ainda, o princípio da humanidade, usando-se a comunicação para o crescimento do aspecto humano no homem.
Considerou-se, ainda, como antiéticos no uso da internet entre os Maçons o desrespeito à hierarquia dos cargos, inclusive, o seu uso para denegrir a imagem do maior mandatário de uma Obediência, no caso, o Grão-Mestre.
Também foi visto como não recomendável o fato de grupos maçônicos em determinadas redes na Internet desrespeitarem os juramentos, revelando segredos maçônicos e outros assuntos que deveriam permanecer velados. Assim como os referidos grupos tratarem de assuntos que não dizem respeito ao mesmo. Em alguns casos puderam ser observadas atitudes incompatíveis com os princípios maçônicos, quando a discussão, principalmente sobre política, chegou a ponto de gerar ataques pessoais entre irmãos, troca de ofensas e xingamentos.
O destaque antiético no uso da Internet ficou por conta das possíveis alterações de textos originais, desvirtuando ou comprometendo os autores. Quanto ao chamado “plágio” virtual foi lembrado que, muitas vezes, eles ocorrem involuntariamente. Assim, textos são copiados e reproduzidos sem os devidos créditos, que por sua vez são utilizados em outros trabalhos, em ritmo de progressões geométricas, até que um dia o autor encontra suas citações reproduzidas e pode reagir de forma indignada ou aceitar e alertar sobre o ocorrido.
Contudo, a Internet foi vista como um “fórum” livre e os próprios depositários de assuntos na rede devem ter em conta essa situação, isto é, a possibilidade de reprodução de textos sem crédito.
Foi entendido como GRAVE e ANTIÉTICO a ALTERAÇÃO DO TEXTO ORIGINAL DO AUTOR, modificando-se o pensamento ORIGINAL sem a devida correção do crédito. Não haveria qualquer problema, nos casos em que alguém, ao se basear em um texto, modifica o conceito inicial e assume o novo texto.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
"Dez Mandamentos da Ética do Maçom"
Meus IIr.’. A A.R.L.S. ACADEMIA MAÇÔNICA DE ESTUDOS elaborou as regras básicas referentes à ética entre os Maçons, tema discutido por nós e, por isso, tomei a liberdade de usar este canal para trazer o conhecimento produzido para vocês. TFA
A A.R.L.S. ACADEMIA MAÇÔNICA DE ESTUDOS, COMO FRUTO DE SEU II CICLO DE ESTUDOS, PESQUISOU, ESTUDOU E CONCLUIU, COM O APOIO E A PARTICIPAÇÃO DE DIVERSAS LOJAS E IRMÃOS, E ENTÃO DIVULGA, OS “DEZ MANDAMENTOS DA ÉTICA DO MAÇOM” NO SEU RELACIONAMENTO COM SEUS IRMÃOS: A ÉTICA DO MAÇOM DAS REGRAS FUNDAMENTAIS A condição de Maçom, exige conduta compatível com os preceitos da Constituição do Grande Oriente do Brasil, das Constituições de Anderson, dos ensinamentos dos Rituais adotados pelo Grande Oriente do Brasil, bem como o não cometimento de delitos e crimes previstos na Legislação Penal Maçônica, e na Legislação Penal da Republica Federativa do Brasil. São Deveres Éticos do Maçom 1) Respeitar todas as autoridades maçônicas legalmente constituídas, não atacando, por quaisquer meios, de forma pessoal, os irmãos ocupantes dos cargos de autoridade no exercício dos respectivos mandatos. (Sabe-se que o ataque ao ocupante de cargo de autoridade, além de atingir pessoalmente o irmão que ocupa o cargo, atinge também o corpo da própria Instituição que este representa, promovendo o enfraquecimento conceitual da mesma). 2) Não promover a veiculação de matérias, editoriais, ou reportagens em qualquer tipo de informativos, impressos, ou em meio digital, sobre qualquer assunto que envolva juízo de valor sobre a atuação de um ou mais irmãos sem a devida manifestação daquele ou daqueles que possam se sentir atingidos, demonstrando, na mesma proporção e no mesmo momento, no caso de posições divergentes, todas as posições existentes sobre o assunto. (Não mostrar todos os “dois lados da moeda”, além de injusto, não contribui para o desenvolvimento de opiniões sobre qualquer tipo de assunto, logo, se existem posições divergentes, estas devem ser apresentadas concomitantemente, e quando não o são, a própria legislação pátria já consagra o Direito de Resposta, assim, em uma irmandade, é indispensável que, antes de se expressar qualquer opinião sobre a conduta ou fatos envolvendo um irmão, que este irmão também tenha a possibilidade de demonstrar, ao mesmo tempo, sua posição de forma a que todos possam conhecer todos as versões sobre os fatos). 3) Não se utilizar, nunca, do anonimato para dirigir qualquer tipo de ataque pessoal contra qualquer irmão. (Já proibido pela Constituição do GOB, o anonimato, é arma do covarde, que sequer assume a sua identidade de responsável pelo que pensa e diz, não dando chance de qualquer tipo de contraditório ou defesa para o irmão que foi atacado, sendo uma conduta inadmissível entre irmãos). 4) Não se dirigir, nunca, de forma ríspida, deselegante ou deseducada a um irmão, ofendendo-o direta ou indiretamente. (Além da penalidade maçônica específica para esta conduta, a educação e o trato fraterno entre irmãos são condições essenciais para a boa convivência em nossa Ordem ). 5) Não promover qualquer tipo de brincadeira, chacota, ou atuação de caráter pejorativo, direta ou indiretamente contra qualquer irmão. (O que para muitos pode parecer inofensivo, pode, para o atingido, ser motivo de grande sofrimento, gerando desconforto e desunião). 6) Não propagar ou repetir qualquer informação, ainda que verbalmente, que envolva a pessoa ou a atuação de um irmão sem que este tenha conhecimento de tal divulgação e que a tenha autorizado. (A popularmente conhecida “fofoca” somente traz discórdia e muita vezes informações falsas que nada contribuem para a edificação dos irmãos envolvidos, estando, na maioria das vezes, baseadas em inverdades propositalmente criadas para denegrir a honra e a reputação de um irmão). 7) Não se considerar, ou se apresentar como superior ou onisciente por conta de qualquer grau maçônico, simbólico ou filosófico alcançado, inferiorizando os que até lá ainda não chegaram. (A igualdade é um de nossos princípios, os graus maçônicos alcançados merecem o devido respeito, mas não autorizam, de forma nenhuma, a que um irmão se julgue superior a outro, por já os ter alcançado) 8) Não considerar, nunca, qualquer irmão, responsável por qualquer delito maçônico, até que as autoridades judiciárias maçônicas, determinem, em última instância, a eventual condenação do irmão envolvido. (O Poder Judiciário Maçônico é o poder competente para apurar e julgar crimes e delitos maçônicos, cominando as devidas penas, não devendo qualquer irmão fazer juízo de valor prévio sobre fatos ou sobre a conduta que eventualmente entender delituosa por parte de qualquer irmão). 9) Não discutir, anunciar ou propagar qualquer assunto discutido ou fato ocorrido em Loja, fora dela. (Tal divulgação, proibida em toda a legislação maçônica e também nos rituais, não deve ser, em hipótese nenhuma, descumprida, devendo os assuntos da Loja, ficarem circunscritos aos membros da mesma, presentes nas sessões onde foram discutidos ou onde ocorreram os respectivos fatos). 10) Não desrespeitar, ou envolver em qualquer comentário pejorativo, direta ou indiretamente, qualquer membro da família de um irmão. (A família do irmão é a extensão do mesmo, logo, pela valorização da mesma, preconizada sempre pela Maçonaria, e pelo respeito ao âmbito particular e privado do irmão, sua família deve ser sempre resguardada de qualquer ataque, ou comentário pejorativo). KLAUS FINS VENERÁVEL MESTRE
[ Escrito por: "Marcelo Ramos do Carmo " ]
A A.R.L.S. ACADEMIA MAÇÔNICA DE ESTUDOS, COMO FRUTO DE SEU II CICLO DE ESTUDOS, PESQUISOU, ESTUDOU E CONCLUIU, COM O APOIO E A PARTICIPAÇÃO DE DIVERSAS LOJAS E IRMÃOS, E ENTÃO DIVULGA, OS “DEZ MANDAMENTOS DA ÉTICA DO MAÇOM” NO SEU RELACIONAMENTO COM SEUS IRMÃOS: A ÉTICA DO MAÇOM DAS REGRAS FUNDAMENTAIS A condição de Maçom, exige conduta compatível com os preceitos da Constituição do Grande Oriente do Brasil, das Constituições de Anderson, dos ensinamentos dos Rituais adotados pelo Grande Oriente do Brasil, bem como o não cometimento de delitos e crimes previstos na Legislação Penal Maçônica, e na Legislação Penal da Republica Federativa do Brasil. São Deveres Éticos do Maçom 1) Respeitar todas as autoridades maçônicas legalmente constituídas, não atacando, por quaisquer meios, de forma pessoal, os irmãos ocupantes dos cargos de autoridade no exercício dos respectivos mandatos. (Sabe-se que o ataque ao ocupante de cargo de autoridade, além de atingir pessoalmente o irmão que ocupa o cargo, atinge também o corpo da própria Instituição que este representa, promovendo o enfraquecimento conceitual da mesma). 2) Não promover a veiculação de matérias, editoriais, ou reportagens em qualquer tipo de informativos, impressos, ou em meio digital, sobre qualquer assunto que envolva juízo de valor sobre a atuação de um ou mais irmãos sem a devida manifestação daquele ou daqueles que possam se sentir atingidos, demonstrando, na mesma proporção e no mesmo momento, no caso de posições divergentes, todas as posições existentes sobre o assunto. (Não mostrar todos os “dois lados da moeda”, além de injusto, não contribui para o desenvolvimento de opiniões sobre qualquer tipo de assunto, logo, se existem posições divergentes, estas devem ser apresentadas concomitantemente, e quando não o são, a própria legislação pátria já consagra o Direito de Resposta, assim, em uma irmandade, é indispensável que, antes de se expressar qualquer opinião sobre a conduta ou fatos envolvendo um irmão, que este irmão também tenha a possibilidade de demonstrar, ao mesmo tempo, sua posição de forma a que todos possam conhecer todos as versões sobre os fatos). 3) Não se utilizar, nunca, do anonimato para dirigir qualquer tipo de ataque pessoal contra qualquer irmão. (Já proibido pela Constituição do GOB, o anonimato, é arma do covarde, que sequer assume a sua identidade de responsável pelo que pensa e diz, não dando chance de qualquer tipo de contraditório ou defesa para o irmão que foi atacado, sendo uma conduta inadmissível entre irmãos). 4) Não se dirigir, nunca, de forma ríspida, deselegante ou deseducada a um irmão, ofendendo-o direta ou indiretamente. (Além da penalidade maçônica específica para esta conduta, a educação e o trato fraterno entre irmãos são condições essenciais para a boa convivência em nossa Ordem ). 5) Não promover qualquer tipo de brincadeira, chacota, ou atuação de caráter pejorativo, direta ou indiretamente contra qualquer irmão. (O que para muitos pode parecer inofensivo, pode, para o atingido, ser motivo de grande sofrimento, gerando desconforto e desunião). 6) Não propagar ou repetir qualquer informação, ainda que verbalmente, que envolva a pessoa ou a atuação de um irmão sem que este tenha conhecimento de tal divulgação e que a tenha autorizado. (A popularmente conhecida “fofoca” somente traz discórdia e muita vezes informações falsas que nada contribuem para a edificação dos irmãos envolvidos, estando, na maioria das vezes, baseadas em inverdades propositalmente criadas para denegrir a honra e a reputação de um irmão). 7) Não se considerar, ou se apresentar como superior ou onisciente por conta de qualquer grau maçônico, simbólico ou filosófico alcançado, inferiorizando os que até lá ainda não chegaram. (A igualdade é um de nossos princípios, os graus maçônicos alcançados merecem o devido respeito, mas não autorizam, de forma nenhuma, a que um irmão se julgue superior a outro, por já os ter alcançado) 8) Não considerar, nunca, qualquer irmão, responsável por qualquer delito maçônico, até que as autoridades judiciárias maçônicas, determinem, em última instância, a eventual condenação do irmão envolvido. (O Poder Judiciário Maçônico é o poder competente para apurar e julgar crimes e delitos maçônicos, cominando as devidas penas, não devendo qualquer irmão fazer juízo de valor prévio sobre fatos ou sobre a conduta que eventualmente entender delituosa por parte de qualquer irmão). 9) Não discutir, anunciar ou propagar qualquer assunto discutido ou fato ocorrido em Loja, fora dela. (Tal divulgação, proibida em toda a legislação maçônica e também nos rituais, não deve ser, em hipótese nenhuma, descumprida, devendo os assuntos da Loja, ficarem circunscritos aos membros da mesma, presentes nas sessões onde foram discutidos ou onde ocorreram os respectivos fatos). 10) Não desrespeitar, ou envolver em qualquer comentário pejorativo, direta ou indiretamente, qualquer membro da família de um irmão. (A família do irmão é a extensão do mesmo, logo, pela valorização da mesma, preconizada sempre pela Maçonaria, e pelo respeito ao âmbito particular e privado do irmão, sua família deve ser sempre resguardada de qualquer ataque, ou comentário pejorativo). KLAUS FINS VENERÁVEL MESTRE
[ Escrito por: "Marcelo Ramos do Carmo " ]
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
ÉTICA NA MAÇONARIA
ÉTICA NA MAÇONARIA
Síntese dos debates da Sessão de 12 de agosto de 2010 (Loja de Estudos e Pesquisas Maçônicas Sabedoria Triunfante).
1ª QUESTÃO: A Fraternidade pressupõe uma convivência de Irmãos em harmonia e união. Entre nós, Maçons, tem prevalecido uma convivência de harmonia e união?
A maioria das respostas considerou que não há uma convivência de harmonia e união entre nós, Maçons. Temos aberto mão da ética na Maçonaria. Embora a Maçonaria seja uma Instituição perfeita, é formada por homens imperfeitos. Assim, muitos acabam não agindo com ética nem na Maçonaria, nem fora dela. Propugnou-se pela necessidade do Homem, e não apenas o Maçom, crescer espiritualmente, pois a moral e os bons costumes ficarão e a matéria perecerá. É preciso estudo e aprendizado com os erros e com os acertos.
A falta de harmonia também foi relacionada aos períodos eleitorais, quando aflora o comportamento antiético. Nesses períodos muitos são atacados com acusações sem que haja qualquer prova.
2ª QUESTÃO: A Maçonaria é uma Instituição fundamentalmente ética. Nós, Maçons, temos adotado condutas éticas em nossas ações em Loja e na Sociedade?
Considerou-se que, devido a moral e o amor fraternal reinar em nossos corações, há poucos maus exemplos de condutas antiéticas. Mas maus costumes do mundo profano são frequentemente levados para o mundo maçônico. É possível observar excessivo interesse no poder, o que leva a brigas pelo Veneralato e até Irmão passando a perna em outro Irmão para conseguir o cargo de Venerável Mestre.
3ª QUESTÃO: Suprimida em razão do adiantado da hora.
4ª QUESTÃO: Devemos ser tolerantes diante de atitudes antiéticas?
Não devemos ser tolerantes com atitudes antiéticas, mas é importante fazer com que o próprio Irmão perceba que está sendo antiético. É preciso cautela e sabedoria na correção de atitudes antiéticas, que deve ser feita de forma reservada e no momento oportuno.
5ª QUESTÃO: O que é preciso para que convivamos efetivamente como Irmãos, em harmonia e união?
Amor foi a palavra mais usada para que vivamos efetivamente como irmãos, em harmonia e união. Mas amor sem interesse. Em síntese: Benevolência, Indulgência e Perdão das ofensas. Mágoa e ressentimento só servem para matar. Também foi ressaltada a necessidade de respeito mútuo, igualdade e liberdade de pensamento, além de todos cumprirem melhor seus compromissos e juramentos, inclusive, com obediência à hierarquia.
Por fim considerou-se que há um consenso quanto a condutas antiéticas nas nossas Lojas. Todavia, fala-se muito dos efeitos e se esquecem das causas. Estas vêm da intolerância e da vaidade. Os Mestres Instalados falham por omissão, quando têm a obrigação de orientar quem está agindo errado e as Lojas falham pela falta de instruções. Toda vez que são feitas concessões indevidas, por falta de coragem de dizer não, ajudamos a derrubar o Templo que está sendo construído.
Todas as relações humanas são imperfeitas, pois o ser humano é imperfeito. Por isso não é possível deste exigir relações perfeitas, mas sim relações melhores, mais consoantes com a moral e os princípios maçônicos. A ética pode nos ajudar a melhorar nossas relações com os outros, maçons ou não, desde que aprendamos a refletir sobre nossas condutas, se são certas ou erradas, próprias ou impróprias, respeitosas ou desrespeitosas, enfim, éticas ou antiéticas.
Síntese dos debates da Sessão de 12 de agosto de 2010 (Loja de Estudos e Pesquisas Maçônicas Sabedoria Triunfante).
1ª QUESTÃO: A Fraternidade pressupõe uma convivência de Irmãos em harmonia e união. Entre nós, Maçons, tem prevalecido uma convivência de harmonia e união?
A maioria das respostas considerou que não há uma convivência de harmonia e união entre nós, Maçons. Temos aberto mão da ética na Maçonaria. Embora a Maçonaria seja uma Instituição perfeita, é formada por homens imperfeitos. Assim, muitos acabam não agindo com ética nem na Maçonaria, nem fora dela. Propugnou-se pela necessidade do Homem, e não apenas o Maçom, crescer espiritualmente, pois a moral e os bons costumes ficarão e a matéria perecerá. É preciso estudo e aprendizado com os erros e com os acertos.
A falta de harmonia também foi relacionada aos períodos eleitorais, quando aflora o comportamento antiético. Nesses períodos muitos são atacados com acusações sem que haja qualquer prova.
2ª QUESTÃO: A Maçonaria é uma Instituição fundamentalmente ética. Nós, Maçons, temos adotado condutas éticas em nossas ações em Loja e na Sociedade?
Considerou-se que, devido a moral e o amor fraternal reinar em nossos corações, há poucos maus exemplos de condutas antiéticas. Mas maus costumes do mundo profano são frequentemente levados para o mundo maçônico. É possível observar excessivo interesse no poder, o que leva a brigas pelo Veneralato e até Irmão passando a perna em outro Irmão para conseguir o cargo de Venerável Mestre.
3ª QUESTÃO: Suprimida em razão do adiantado da hora.
4ª QUESTÃO: Devemos ser tolerantes diante de atitudes antiéticas?
Não devemos ser tolerantes com atitudes antiéticas, mas é importante fazer com que o próprio Irmão perceba que está sendo antiético. É preciso cautela e sabedoria na correção de atitudes antiéticas, que deve ser feita de forma reservada e no momento oportuno.
5ª QUESTÃO: O que é preciso para que convivamos efetivamente como Irmãos, em harmonia e união?
Amor foi a palavra mais usada para que vivamos efetivamente como irmãos, em harmonia e união. Mas amor sem interesse. Em síntese: Benevolência, Indulgência e Perdão das ofensas. Mágoa e ressentimento só servem para matar. Também foi ressaltada a necessidade de respeito mútuo, igualdade e liberdade de pensamento, além de todos cumprirem melhor seus compromissos e juramentos, inclusive, com obediência à hierarquia.
Por fim considerou-se que há um consenso quanto a condutas antiéticas nas nossas Lojas. Todavia, fala-se muito dos efeitos e se esquecem das causas. Estas vêm da intolerância e da vaidade. Os Mestres Instalados falham por omissão, quando têm a obrigação de orientar quem está agindo errado e as Lojas falham pela falta de instruções. Toda vez que são feitas concessões indevidas, por falta de coragem de dizer não, ajudamos a derrubar o Templo que está sendo construído.
Todas as relações humanas são imperfeitas, pois o ser humano é imperfeito. Por isso não é possível deste exigir relações perfeitas, mas sim relações melhores, mais consoantes com a moral e os princípios maçônicos. A ética pode nos ajudar a melhorar nossas relações com os outros, maçons ou não, desde que aprendamos a refletir sobre nossas condutas, se são certas ou erradas, próprias ou impróprias, respeitosas ou desrespeitosas, enfim, éticas ou antiéticas.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Churrasco Irmãos Unidos
CHURRASCO IRMÃOS UNIDOS
DIA 12 de SETEMBRO - 12,00 h.
O Venerável Mestre DAGOBERTO e sua Administração convidam a todos os Irmãos, parentes e amigos para o CHURRASCO COMEMORATIVO. Os Convites estão à diposição de todos os interessados, na Loja, ou durante a realização do evento.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
FUNDAÇÃO DA LOJA DE ESTUDOS SABEDORIA TRIUNFANTE
RELATÓRIO DE FUNDAÇÃO
Relatório da Reunião de fundação da LOJA DE ESTUDOS E PESQUISAS MAÇÔNICAS SABEDORIA TRIUNFANTE, Federada ao Grande Oriente do Brasil, Jurisdicionada ao GOB -RJ. Os trabalhos tiveram início às 20 horas do dia vinte quatro de junho do ano em curso, no Templo da Loja Irmãos Unidos nº 2360, situada na Rua Carlos Gomes, 179, Largo do Barradas, Niterói, sob a presidência do Irmão Robson Rodrigues da Silva. Foram covidados a compor a mesa os irmãos Italo Barroso Aslan, Grão-Mestre do Grande Oriente Independete do Rio de Janeiro e o Irm. Dagoberto Luiz, Venerável Mestre da A.R.L.S. Irmãos Unidos. Foram convidados a tomar assento no Oriente os Irmãos Vandir Encarnação dos Santos, Vanilto José da Silva, Camillo Coury e Luiz Antônio Viera, Jorge Vicente, Roberto Ribeiro, Elmo de Azevedo, Roosevelt Jardim e Edson Oliveira dos Santos, estes cinco últimos representando a Academia Niteroiense Maçônica de Letras, História, Ciências e Artes. O presidente inicia, fazendo um breve relato sobre as cinco reuniões prévias visando a fundação da Loja, como e porque foi escolhido o dia vinte quatro de junho para fundação da mesma, as razões da escolha do Título distintivo, do Rito Escocês Antigo e Aceito, local de funcionamento e sempre nas segundas quintas-feiras do mês. Dando sequência, fez a leitura do significado das cores e símbolos contidos no Timbre e no Estandarte. E após definir as medidas, contornos e cores submete à discussão e aprovação dos membros fundadores que, pelo sinal de costume aprovam por unanimidade o Timbre e o Estandarte da Loja. A seguir o presidente fez leitura e apresentação da Diretoria Provisória que funcionará até a eleição e posse futura; esclarece os caminhos a serem percorridos junto ao Grande Oriente do Brasil para que a Loja possa realizar suas Sessões litúrgicas e concede a palavra ao Venerável Mestre da Loja Irmãos Unidos. O irmão Dagoberto aproveita para revelar que a idéia de uma Loja de estudos consolida o sonho de muitos irmãos, tanto de São Gonçalo quanto de Niterói e que as instalações da Loja Irmãos Unidos serão destinadas ao que chamou de um novo espaço maçônico. O fato estabelece um paradigma de estudos com dedicação exclusiva à Maçonaria e que a Loja Irmãos Unidos será o ponto de encontro, onde serão tiradas nossas dúvidas. Logo em seguida a palavra é concedida ao Presidente da Academia Niteroiense Maçônica de Letras, História, Ciências e Artes, irmão Roberto de Ribeiro, que fala do desejo que sempre acalentou de fundar uma Loja de pesquisas e estudos maçônicos; faz referência elogiosa ao último Simpósio da Academia, a começar pela escolha dos palestrantes e, em especial ao irmão Robson Rodrigues dedicou carinhoso agradecimento pelo sucesso do evento alcançado; faz engraçada brincadeira com jogo de palavras, usando os pardais que espantavam os tico-ticos e hoje vivem metendo as mãos nos nossos bolsos. Cita como exemplo a dedicação dos irmãos Robson, Roosevelt, Jorge Vicente e outros que empenham boa parte de suas vidas a estudar e escrever sobre maçonaria, além de regularmente espargirem suas luzes em palestras. A seguir o presidente concede a palavra ao irmão Elmo Machado de Azevedo que a todos faz refletir sobre o que devemos pensar e repensar neste momento; fala do respeito que devemos merecer, cumprindo os valores éticos e que por falta disso somos uma instituição decadente; o Irm. Elmo ressalta que precisamos de homens comprometidos com os valores; demonstra alegria de ver as três Obediênciasa representadas na presente Reunião. A palavra é passada ao irmão Jorge Vicente, Grande Secretário de Cultura da Grande Loja Maçônica do Estado do Rio de Janeiro, que, depois de solenes cumprimentos, compara a Loja de Estudos com a Academia Niteroiense Maçônica de Letras; fala como foi criada a Academia de Letras e que estamos repetindo o sucesso alcançado por esta. A palavra é concedida ao irmão Edson Oliveira dos Santos, o qual inicia dizendo que a Loja de Pesquisas e Estudos já nasce com DNA; que ficamos muito felizes porque se vislumbra a Maçonaria do futuro. Também o irmão Camillo Coury fala do orgulho de estar assistindo a fundação desta Loja e agradece ao irmão Robson o privilégio de nos brindar com um trabalho desta qualidade. Concedida a palavra ao irmão Roosevelt o mesmo inicia afirmando que a essência precede a Existência; com isso traduz o pensamento moderno do existencialismo de Sartre, Jean-Paul, um dos pensadores mais famosos deste século, para comparar a ousadia de ver fundada a Loja Sabedoria Triunfante, ou seja a Maçonaria do futuro; que somos um povo faminto, fanático e ignorante; fala da qualidade dos nossos maçons: Advogados, Engenheiros, Médicos etc; mas o povo questiona o filosofar com a pergunta “que vamos comer?”; é mais fácil dar comida do que informação; e diz “sou médico e vejo que falta educação”. Somos escravos porque somos um povo sem informação; precisamos filosofar e nunca abandonar a essência; temos que ser evolucionistas e menos egoístas; uma Maçonaria pujante. Parabenizou a Sabedoria que triunfa. Concedida a palavra ao irmão Luiz Antônio Vieira o mesmo manifesta sua emoção de estar aqui presente; faz testemunho do seu período de ginásio, quando a escola era de exigência extrema com as matérias; conhecia todas as Capitais dos Estados brasileiros;os rios e seus afluentes, mas, que hoje ningúem sabe; e que naquele tempo ele priorizava o emocional em detrimento do racional; que fora convidado pelo irmão Sérgio Wendel para ser fundador desta Loja e que na época teria recusado mas que estará participando dos trabalhos realizados pelos irmãos; ressalta a necessidade de melhorar a qualidade do ensino público e particular; A palavra é concedida ao irmão Vanilto José da Silva que expõe o acúmulo de tarefa a que está submetido, mas que estará sempre que puder à disposição da Loja de Estudos; disse que sente-se orgulhoso de fazer parte deste grupo de irmãos valorosos. O irmão Vandir disse que se colocava à disposição, no que fosse preciso para dar encaminhamento aos documentos da Loja junto ao Grande Oriente do Brasil - RJ e ao Grande Oriente do Brasil; revelou grande indignação ao assistir irmãos criticando e apontando erros nos rituais, que, por conseqüência dessa inusitada atitude, acaba atingindo a todos e principalmente ao Grão-Mestre Geral, numa demonstração de extrema irreverência de comportamento maçônico; propõe que os irmãos de outras Obediências possam fazer parte da nova Loja de Estudos e Pesquisas Maçônicas como membros fundadores honorários e finaliza manifestando orgulho pelo empreendimento de criar uma Loja sui generis na região e que em função disso deseja sucesso a todos. A palavra é passada ao irmão Elmo Marques da Cruz Machado, o qual revela que embora estivesse ansioso pelo dia de hoje, lamenta ter que se ausentar pelo fato de estar amargando o falecimento de sua tia. O irmão Ítalo Barroso Aslan saúda os irmãos fundadores pela corajosa iniciativa; disse que hoje já se pode ver algumas Lojas com pequenas bibliotecas e novos escritores e assim percebe-se mais interesse dos irmãos pela leitura, renovando nossas esperanças de reverter o quadro desolador da falta de informações. O irmão Diniz traduz a Saga da Loja Francisco Murilo Pinto e dá testemunho da carinhosa e hospitaleira recepção nas novas instalaçõe da Loja Irmãos Unidos; disse que a priori a nossa ideia seria adotarmos o Rito Moderno, pela simples razão de sua ritualistica permitir maior espaço de tempo nas apresentações dos trabalhos no período de estudos. Também falou sobre o interesse dos jovens Mestres Carlos Eduardo, Carmo, João, Ribas e Wendel, no afã de novos conhecimentos, se comprometerem a participar de uma Loja de Estudos e Perquisas; falou de sua satisfação em fazer parte da nova Loja e anunciou para o dia vinte quatro de julho um angu à baiana, a ser realizado pela Loja Irmãos Unidos, para o que todos estão convidados. O irmão Francisco de Paula inicia manifestando grande satisfação pela qualidade e quantidade do público presente e revela ter sido maior a ansiedade de ver chegado o dia da fundação da Loja Sabedoria Triunfante; relaciona o pensamento existencialista abordado pelo irmão Roosewelt ao ideal incansável, incentivador e cultivador de uma vertente do conhecimento humano cada vez mais rara entre nós. Agradece aos irmãos Robson e Dagoberto, Venerável Mestre da Loja Irmãos Unidos, que são exemplos e exceções. A essência precede a existência! Fez um breve relato sobre os fatos que antecederam e concorreram para o sucesso de hoje. Adverte sobre as dificuldades que haveremos de enfrentar e para ilustrar relembra o livro VII da República de Platão”Alegoria da Caverna”. Segundo a referida alegoria, uma vez alcançado o conhecimento, o prisioneio, agora transformado, deve retornar à caverna para ensinar o caminho aos outros, arriscando-se inclusive a ser rejeitado. O objetivo do autor é fazer compreender a diferença entre o conhecimento grosseiro que vem dos nossos sentidos, de nossas opiniões e o conhecimento verdadeiro, que demanda esforço. Para encerrar, o presidente retoma a palavra para agradecer as presenças de todos; fala dos critérios estabelecidos para a fundação da Loja; agradece em especial aos confrades da Academia Niteroiese Maçônica de Letras; garante que também os irmãos de outras Obediências farão parte da Loja recem fundada como Membros Fundadores Honorários; anuncia Reunião para o próximo dia oito de julho, onde não será definida a metodologia dos trabalhos da Loja de Estudos; para exemplificar o método a ser emprgado, anunciou que o Irmão Elmo Marques da Cruz Machado estará apresentando, em breve, a tese “Maçom de quê?”, e que o Grão-Mestre Estadual fará a antítese do trabalho apresentado, para que posteriormente possamos chegar à síntese; disse que o método dialético será empregado nos trabalhos da nova Loja; disse que quando há aprendizado ocorre mudança e que a mudança é o pressuposto do aprendizado. O Irmão Robson disse ainda que a Loja de Estudos não é fundada para agrupar sábios, nem para gerar ciúmes. É para dar suporte as outras Lojas; pede a todos os Irmãos fundadores que não faltem no dia 08 de julho, quando serão discutidos, dentre outros assuntos, os critérios a serem estabelecidos para admissão de novos membros; o Irmão Robson disse que a Sabedoria precisa triunfar; anunciou o Site e o Blog da Loja de Estudos já há muito existente e que o endereço é encontrado no google; informa que a Loja de Estudos trabalhará em parceria com a Academia Niteroiense Maçônica de Letras, História, Ciências e Artes. Finaliza dizendo em tom solene” Dou como fundada a Loja de Estudos e Pesquisas Maçônicas SABEDORIA TRIUNFANTE. Nada mais havendo a tratar o Presidente deu por encerrada a Reunião às vinte e duas horas do dia vinte quatro de junho de dois mil e dez e Eu Francisco de Paula, Secretário Provisório, lavrei o presente Relatório, para conhecimento de todos.
Relatório da Reunião de fundação da LOJA DE ESTUDOS E PESQUISAS MAÇÔNICAS SABEDORIA TRIUNFANTE, Federada ao Grande Oriente do Brasil, Jurisdicionada ao GOB -RJ. Os trabalhos tiveram início às 20 horas do dia vinte quatro de junho do ano em curso, no Templo da Loja Irmãos Unidos nº 2360, situada na Rua Carlos Gomes, 179, Largo do Barradas, Niterói, sob a presidência do Irmão Robson Rodrigues da Silva. Foram covidados a compor a mesa os irmãos Italo Barroso Aslan, Grão-Mestre do Grande Oriente Independete do Rio de Janeiro e o Irm. Dagoberto Luiz, Venerável Mestre da A.R.L.S. Irmãos Unidos. Foram convidados a tomar assento no Oriente os Irmãos Vandir Encarnação dos Santos, Vanilto José da Silva, Camillo Coury e Luiz Antônio Viera, Jorge Vicente, Roberto Ribeiro, Elmo de Azevedo, Roosevelt Jardim e Edson Oliveira dos Santos, estes cinco últimos representando a Academia Niteroiense Maçônica de Letras, História, Ciências e Artes. O presidente inicia, fazendo um breve relato sobre as cinco reuniões prévias visando a fundação da Loja, como e porque foi escolhido o dia vinte quatro de junho para fundação da mesma, as razões da escolha do Título distintivo, do Rito Escocês Antigo e Aceito, local de funcionamento e sempre nas segundas quintas-feiras do mês. Dando sequência, fez a leitura do significado das cores e símbolos contidos no Timbre e no Estandarte. E após definir as medidas, contornos e cores submete à discussão e aprovação dos membros fundadores que, pelo sinal de costume aprovam por unanimidade o Timbre e o Estandarte da Loja. A seguir o presidente fez leitura e apresentação da Diretoria Provisória que funcionará até a eleição e posse futura; esclarece os caminhos a serem percorridos junto ao Grande Oriente do Brasil para que a Loja possa realizar suas Sessões litúrgicas e concede a palavra ao Venerável Mestre da Loja Irmãos Unidos. O irmão Dagoberto aproveita para revelar que a idéia de uma Loja de estudos consolida o sonho de muitos irmãos, tanto de São Gonçalo quanto de Niterói e que as instalações da Loja Irmãos Unidos serão destinadas ao que chamou de um novo espaço maçônico. O fato estabelece um paradigma de estudos com dedicação exclusiva à Maçonaria e que a Loja Irmãos Unidos será o ponto de encontro, onde serão tiradas nossas dúvidas. Logo em seguida a palavra é concedida ao Presidente da Academia Niteroiense Maçônica de Letras, História, Ciências e Artes, irmão Roberto de Ribeiro, que fala do desejo que sempre acalentou de fundar uma Loja de pesquisas e estudos maçônicos; faz referência elogiosa ao último Simpósio da Academia, a começar pela escolha dos palestrantes e, em especial ao irmão Robson Rodrigues dedicou carinhoso agradecimento pelo sucesso do evento alcançado; faz engraçada brincadeira com jogo de palavras, usando os pardais que espantavam os tico-ticos e hoje vivem metendo as mãos nos nossos bolsos. Cita como exemplo a dedicação dos irmãos Robson, Roosevelt, Jorge Vicente e outros que empenham boa parte de suas vidas a estudar e escrever sobre maçonaria, além de regularmente espargirem suas luzes em palestras. A seguir o presidente concede a palavra ao irmão Elmo Machado de Azevedo que a todos faz refletir sobre o que devemos pensar e repensar neste momento; fala do respeito que devemos merecer, cumprindo os valores éticos e que por falta disso somos uma instituição decadente; o Irm. Elmo ressalta que precisamos de homens comprometidos com os valores; demonstra alegria de ver as três Obediênciasa representadas na presente Reunião. A palavra é passada ao irmão Jorge Vicente, Grande Secretário de Cultura da Grande Loja Maçônica do Estado do Rio de Janeiro, que, depois de solenes cumprimentos, compara a Loja de Estudos com a Academia Niteroiense Maçônica de Letras; fala como foi criada a Academia de Letras e que estamos repetindo o sucesso alcançado por esta. A palavra é concedida ao irmão Edson Oliveira dos Santos, o qual inicia dizendo que a Loja de Pesquisas e Estudos já nasce com DNA; que ficamos muito felizes porque se vislumbra a Maçonaria do futuro. Também o irmão Camillo Coury fala do orgulho de estar assistindo a fundação desta Loja e agradece ao irmão Robson o privilégio de nos brindar com um trabalho desta qualidade. Concedida a palavra ao irmão Roosevelt o mesmo inicia afirmando que a essência precede a Existência; com isso traduz o pensamento moderno do existencialismo de Sartre, Jean-Paul, um dos pensadores mais famosos deste século, para comparar a ousadia de ver fundada a Loja Sabedoria Triunfante, ou seja a Maçonaria do futuro; que somos um povo faminto, fanático e ignorante; fala da qualidade dos nossos maçons: Advogados, Engenheiros, Médicos etc; mas o povo questiona o filosofar com a pergunta “que vamos comer?”; é mais fácil dar comida do que informação; e diz “sou médico e vejo que falta educação”. Somos escravos porque somos um povo sem informação; precisamos filosofar e nunca abandonar a essência; temos que ser evolucionistas e menos egoístas; uma Maçonaria pujante. Parabenizou a Sabedoria que triunfa. Concedida a palavra ao irmão Luiz Antônio Vieira o mesmo manifesta sua emoção de estar aqui presente; faz testemunho do seu período de ginásio, quando a escola era de exigência extrema com as matérias; conhecia todas as Capitais dos Estados brasileiros;os rios e seus afluentes, mas, que hoje ningúem sabe; e que naquele tempo ele priorizava o emocional em detrimento do racional; que fora convidado pelo irmão Sérgio Wendel para ser fundador desta Loja e que na época teria recusado mas que estará participando dos trabalhos realizados pelos irmãos; ressalta a necessidade de melhorar a qualidade do ensino público e particular; A palavra é concedida ao irmão Vanilto José da Silva que expõe o acúmulo de tarefa a que está submetido, mas que estará sempre que puder à disposição da Loja de Estudos; disse que sente-se orgulhoso de fazer parte deste grupo de irmãos valorosos. O irmão Vandir disse que se colocava à disposição, no que fosse preciso para dar encaminhamento aos documentos da Loja junto ao Grande Oriente do Brasil - RJ e ao Grande Oriente do Brasil; revelou grande indignação ao assistir irmãos criticando e apontando erros nos rituais, que, por conseqüência dessa inusitada atitude, acaba atingindo a todos e principalmente ao Grão-Mestre Geral, numa demonstração de extrema irreverência de comportamento maçônico; propõe que os irmãos de outras Obediências possam fazer parte da nova Loja de Estudos e Pesquisas Maçônicas como membros fundadores honorários e finaliza manifestando orgulho pelo empreendimento de criar uma Loja sui generis na região e que em função disso deseja sucesso a todos. A palavra é passada ao irmão Elmo Marques da Cruz Machado, o qual revela que embora estivesse ansioso pelo dia de hoje, lamenta ter que se ausentar pelo fato de estar amargando o falecimento de sua tia. O irmão Ítalo Barroso Aslan saúda os irmãos fundadores pela corajosa iniciativa; disse que hoje já se pode ver algumas Lojas com pequenas bibliotecas e novos escritores e assim percebe-se mais interesse dos irmãos pela leitura, renovando nossas esperanças de reverter o quadro desolador da falta de informações. O irmão Diniz traduz a Saga da Loja Francisco Murilo Pinto e dá testemunho da carinhosa e hospitaleira recepção nas novas instalaçõe da Loja Irmãos Unidos; disse que a priori a nossa ideia seria adotarmos o Rito Moderno, pela simples razão de sua ritualistica permitir maior espaço de tempo nas apresentações dos trabalhos no período de estudos. Também falou sobre o interesse dos jovens Mestres Carlos Eduardo, Carmo, João, Ribas e Wendel, no afã de novos conhecimentos, se comprometerem a participar de uma Loja de Estudos e Perquisas; falou de sua satisfação em fazer parte da nova Loja e anunciou para o dia vinte quatro de julho um angu à baiana, a ser realizado pela Loja Irmãos Unidos, para o que todos estão convidados. O irmão Francisco de Paula inicia manifestando grande satisfação pela qualidade e quantidade do público presente e revela ter sido maior a ansiedade de ver chegado o dia da fundação da Loja Sabedoria Triunfante; relaciona o pensamento existencialista abordado pelo irmão Roosewelt ao ideal incansável, incentivador e cultivador de uma vertente do conhecimento humano cada vez mais rara entre nós. Agradece aos irmãos Robson e Dagoberto, Venerável Mestre da Loja Irmãos Unidos, que são exemplos e exceções. A essência precede a existência! Fez um breve relato sobre os fatos que antecederam e concorreram para o sucesso de hoje. Adverte sobre as dificuldades que haveremos de enfrentar e para ilustrar relembra o livro VII da República de Platão”Alegoria da Caverna”. Segundo a referida alegoria, uma vez alcançado o conhecimento, o prisioneio, agora transformado, deve retornar à caverna para ensinar o caminho aos outros, arriscando-se inclusive a ser rejeitado. O objetivo do autor é fazer compreender a diferença entre o conhecimento grosseiro que vem dos nossos sentidos, de nossas opiniões e o conhecimento verdadeiro, que demanda esforço. Para encerrar, o presidente retoma a palavra para agradecer as presenças de todos; fala dos critérios estabelecidos para a fundação da Loja; agradece em especial aos confrades da Academia Niteroiese Maçônica de Letras; garante que também os irmãos de outras Obediências farão parte da Loja recem fundada como Membros Fundadores Honorários; anuncia Reunião para o próximo dia oito de julho, onde não será definida a metodologia dos trabalhos da Loja de Estudos; para exemplificar o método a ser emprgado, anunciou que o Irmão Elmo Marques da Cruz Machado estará apresentando, em breve, a tese “Maçom de quê?”, e que o Grão-Mestre Estadual fará a antítese do trabalho apresentado, para que posteriormente possamos chegar à síntese; disse que o método dialético será empregado nos trabalhos da nova Loja; disse que quando há aprendizado ocorre mudança e que a mudança é o pressuposto do aprendizado. O Irmão Robson disse ainda que a Loja de Estudos não é fundada para agrupar sábios, nem para gerar ciúmes. É para dar suporte as outras Lojas; pede a todos os Irmãos fundadores que não faltem no dia 08 de julho, quando serão discutidos, dentre outros assuntos, os critérios a serem estabelecidos para admissão de novos membros; o Irmão Robson disse que a Sabedoria precisa triunfar; anunciou o Site e o Blog da Loja de Estudos já há muito existente e que o endereço é encontrado no google; informa que a Loja de Estudos trabalhará em parceria com a Academia Niteroiense Maçônica de Letras, História, Ciências e Artes. Finaliza dizendo em tom solene” Dou como fundada a Loja de Estudos e Pesquisas Maçônicas SABEDORIA TRIUNFANTE. Nada mais havendo a tratar o Presidente deu por encerrada a Reunião às vinte e duas horas do dia vinte quatro de junho de dois mil e dez e Eu Francisco de Paula, Secretário Provisório, lavrei o presente Relatório, para conhecimento de todos.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
DIA DO MAÇOM - Lei Municipal
LEI nº 267, de 14 de abril de 2010
EMENTA: CRIA NO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO
O DIA DO MAÇOM
A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO, no uso de suas atribuições legais,
Faço saber que a CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO GONÇALO aprovou e EU SANCIONO a seguinte LEI:
Art. 1º - fica criado no Município de São Gonçalo o DIA DO MAÇOM, que será comemorado no dia 20 de agosto.
Art. 2º - Esta LEI entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
São Gonçalo, 14 de abril de 2010
APARECIDA PANISSET
PREFEITA
Projeto de Lei nº 189/2009, de autoria do Vereador Fábio Montbelo
domingo, 6 de junho de 2010
ETAPAS PARA A FUNDAÇÃO DE UMA LOJA SIMBÓLICA
ETAPAS PARA A FUNDAÇÃO DE UMA LOJA SIMBÓLICA
Nem todos os Mestres Maçons conhecem os procedimentos legais necessários para a Fundação de uma Loja Simbólica. Com a finalidade de deixar mais claros esses procedimentos expomos a seguir passo a passo, em perguntas e respostas, cada uma das etapas que os fundadores deverão seguir para que a sua Loja possa ser Justa, Perfeita e Regular. Cada Obediência tem suas leis específicas para o caso. Aqui tomamos como exemplo a legislação do Grande Oriente do Brasil.
1. Quais as principais etapas para a fundação de uma Loja Simbólica?
R- a) Primeiro, reunir um grupo de, no mínimo sete Mestres Maçons, de uma Obediência. Caso no Oriente em que a Loja funcionará já existam Lojas do Grande Oriente do Brasil, o número mínimo necessário será de vinte e um;
b) Escolher o Rito em que a Loja irá trabalhar;
c) Escolher o local, o dia e o horário de funcionamento;
d) Definir o título distintivo da Loja, o Timbre e o Estandarte;
e) Escolher uma Administração Provisória;
f ) Realizar uma Reunião de Fundação da Loja.
Nesta etapa é fundamental que se realizem Reuniões Prévias, da forma mais democrática possível, para a definição dos itens acima elencados. É importante também não ter pressa, pois esta é inimiga da perfeição. Da mesma forma é importante evitar convidar Irmãos que não se comprometam efetivamente com a nova Loja a ser fundada e que desejam, apenas, ter seus nomes inscritos como fundadores. Caso isto ocorra, a Loja poderá ter problemas de quorum no futuro, quando precisar desses Irmãos para alguma votação que exija um número determinado de membros presentes na Sessão.
2. Qual o passo seguinte depois da Fundação da Loja?
R – O Venerável Mestre Provisório remeterá uma Prancha ao Grande Oriente Estadual, Solicitando autorização para o funcionamento provisório da Loja, juntando cópia da Ata de Fundação, cópia do Livro de Presença da Reunião de Fundação, dois exemplares do Quadro de Obreiros Regulares, Compromisso de Freqüência assinado pelos fundadores e prova de quitação de todas as contribuições legalmente exigidas, desenho do timbre e do Estandarte, com as respectivas interpretações, declaração da respectiva Loja de cada fundador, certificando que o mesmo está regular no Grande Oriente do Brasil e em dia com a Tesouraria da Loja; ficha cadastral de cada fundador.
3. Depois de concedida a autorização provisória a Loja já poderá realizar suas Sessões Ritualísticas?
R- Não, pois ela ainda não é uma Loja Regular. Lembremos que uma Loja é Justa e Perfeita quando três a governam, cinco a compõem e sete a completam; ela se torna regular quando recebe a sua Carta Constitutiva. Com a autorização provisória o Venerável Mestre provisório deverá remeter Prancha ao Grão-Mestre Geral solicitando a Carta Constitutiva. Até então, a Loja poderá realizar apenas Reuniões Administrativas. Expedida a Carta Constitutiva será nomeada uma Comissão composta de, no mínimo, nove membros, que serão nomeados por Ato do Grão-Mestre, para que seja feita a Regularização da Loja.
4. Como é esta Regularização?
R – A regularização é feita através de uma Sessão de Regularização, realizada pela Comissão Regularizadora, cujos componentes poderão ser Mestres Maçons do Quadro da Loja, com exceção das suas Dignidades.
O Presidente da Comissão Regularizadora fará entrega à Loja regularizada dos seguintes documentos:
a) Carta Constitutiva;
b) Quadro de Obreiros;
c) Três exemplares dos Rituais de cada um dos Graus Simbólicos do Rito adotado pela Loja;
d) Três exemplares do Regulamento Geral da Federação, além de três exemplares de cada um dos códigos vigentes;
e) Dois exemplares do Compromisso de Adesão e Obediência ao Grande Oriente do Brasil;
f) A Palavra Semestral;
g) Quatro exemplares do Ritual de Regularização de Lojas;
5. O que ocorre depois de Regularizada a Loja?
R - Uma vez regularizada, o Venerável Mestre Provisório realizará a eleição da administração definitiva. Eleita a administração, marcará uma Sessão de Posse dos eleitos. Só depois de empossada a administração poderá realizar Sessões Ritualísticas.
6. Por que somente depois de empossada a administração poderá realizar Sessões Administrativas?
R- Porque os eleitos ainda não têm poderes legais para realizá-las. Não têm funções litúrgicas. Isto é não podem realizar Sessões Ritualísticas como as previstas nos nossos Rituais. É necessário que sejam investidos nos seus respectivos cargos. Ou seja, o Venerável Mestre, depois de empossado, dá posse ao demais eleitos e oficiais nomeados.
7. O que ocorre depois de regularizada a Loja?
R. Uma vez regularizada, a Loja já poderá fazer normalmente suas Sessões Ritualísticas, inclusive, marcar a Sessão Magna de Consagração do seu Estandarte. Caso a Loja já tenha seu Estandarte pronto a Sessão de Consagração de Estandarte poderá ser feita junto com a Sessão de Regularização. Além disso, deverá providenciar seu Estatuto, bem como seu Regimento Interno, duas providências indispensáveis para o bem funcionamento de uma Loja Simbólica.
8.Terminada a Regularização da Loja o que caberá ao Presidente da Comissão Regularizadora?
R – Após a Regularização da Loja, o Presidente da Comissão Regularizadora deverá remeter ao Grão-Mestre Geral, até 15 dias depois da regularização, um exemplar do Termo de Compromisso de adesão e obediência ao Grande Oriente do Brasil, assinado por todos os membros da Loja e uma cópia da ata de regularização, aprovada na mesma Sessão e assinada pelos membros da Comissão de Regularização.
O Secretário da Comissão Regularizadora, por sua vez, lavrará Ata, a qual, após lida e aprovada na mesma noite, será juntada ao Termo de Compromisso e remetida à Secretaria da Guarda dos Selos da Obediência Estadual.
Irm.: Robson Rodrigues da Silva
Nem todos os Mestres Maçons conhecem os procedimentos legais necessários para a Fundação de uma Loja Simbólica. Com a finalidade de deixar mais claros esses procedimentos expomos a seguir passo a passo, em perguntas e respostas, cada uma das etapas que os fundadores deverão seguir para que a sua Loja possa ser Justa, Perfeita e Regular. Cada Obediência tem suas leis específicas para o caso. Aqui tomamos como exemplo a legislação do Grande Oriente do Brasil.
1. Quais as principais etapas para a fundação de uma Loja Simbólica?
R- a) Primeiro, reunir um grupo de, no mínimo sete Mestres Maçons, de uma Obediência. Caso no Oriente em que a Loja funcionará já existam Lojas do Grande Oriente do Brasil, o número mínimo necessário será de vinte e um;
b) Escolher o Rito em que a Loja irá trabalhar;
c) Escolher o local, o dia e o horário de funcionamento;
d) Definir o título distintivo da Loja, o Timbre e o Estandarte;
e) Escolher uma Administração Provisória;
f ) Realizar uma Reunião de Fundação da Loja.
Nesta etapa é fundamental que se realizem Reuniões Prévias, da forma mais democrática possível, para a definição dos itens acima elencados. É importante também não ter pressa, pois esta é inimiga da perfeição. Da mesma forma é importante evitar convidar Irmãos que não se comprometam efetivamente com a nova Loja a ser fundada e que desejam, apenas, ter seus nomes inscritos como fundadores. Caso isto ocorra, a Loja poderá ter problemas de quorum no futuro, quando precisar desses Irmãos para alguma votação que exija um número determinado de membros presentes na Sessão.
2. Qual o passo seguinte depois da Fundação da Loja?
R – O Venerável Mestre Provisório remeterá uma Prancha ao Grande Oriente Estadual, Solicitando autorização para o funcionamento provisório da Loja, juntando cópia da Ata de Fundação, cópia do Livro de Presença da Reunião de Fundação, dois exemplares do Quadro de Obreiros Regulares, Compromisso de Freqüência assinado pelos fundadores e prova de quitação de todas as contribuições legalmente exigidas, desenho do timbre e do Estandarte, com as respectivas interpretações, declaração da respectiva Loja de cada fundador, certificando que o mesmo está regular no Grande Oriente do Brasil e em dia com a Tesouraria da Loja; ficha cadastral de cada fundador.
3. Depois de concedida a autorização provisória a Loja já poderá realizar suas Sessões Ritualísticas?
R- Não, pois ela ainda não é uma Loja Regular. Lembremos que uma Loja é Justa e Perfeita quando três a governam, cinco a compõem e sete a completam; ela se torna regular quando recebe a sua Carta Constitutiva. Com a autorização provisória o Venerável Mestre provisório deverá remeter Prancha ao Grão-Mestre Geral solicitando a Carta Constitutiva. Até então, a Loja poderá realizar apenas Reuniões Administrativas. Expedida a Carta Constitutiva será nomeada uma Comissão composta de, no mínimo, nove membros, que serão nomeados por Ato do Grão-Mestre, para que seja feita a Regularização da Loja.
4. Como é esta Regularização?
R – A regularização é feita através de uma Sessão de Regularização, realizada pela Comissão Regularizadora, cujos componentes poderão ser Mestres Maçons do Quadro da Loja, com exceção das suas Dignidades.
O Presidente da Comissão Regularizadora fará entrega à Loja regularizada dos seguintes documentos:
a) Carta Constitutiva;
b) Quadro de Obreiros;
c) Três exemplares dos Rituais de cada um dos Graus Simbólicos do Rito adotado pela Loja;
d) Três exemplares do Regulamento Geral da Federação, além de três exemplares de cada um dos códigos vigentes;
e) Dois exemplares do Compromisso de Adesão e Obediência ao Grande Oriente do Brasil;
f) A Palavra Semestral;
g) Quatro exemplares do Ritual de Regularização de Lojas;
5. O que ocorre depois de Regularizada a Loja?
R - Uma vez regularizada, o Venerável Mestre Provisório realizará a eleição da administração definitiva. Eleita a administração, marcará uma Sessão de Posse dos eleitos. Só depois de empossada a administração poderá realizar Sessões Ritualísticas.
6. Por que somente depois de empossada a administração poderá realizar Sessões Administrativas?
R- Porque os eleitos ainda não têm poderes legais para realizá-las. Não têm funções litúrgicas. Isto é não podem realizar Sessões Ritualísticas como as previstas nos nossos Rituais. É necessário que sejam investidos nos seus respectivos cargos. Ou seja, o Venerável Mestre, depois de empossado, dá posse ao demais eleitos e oficiais nomeados.
7. O que ocorre depois de regularizada a Loja?
R. Uma vez regularizada, a Loja já poderá fazer normalmente suas Sessões Ritualísticas, inclusive, marcar a Sessão Magna de Consagração do seu Estandarte. Caso a Loja já tenha seu Estandarte pronto a Sessão de Consagração de Estandarte poderá ser feita junto com a Sessão de Regularização. Além disso, deverá providenciar seu Estatuto, bem como seu Regimento Interno, duas providências indispensáveis para o bem funcionamento de uma Loja Simbólica.
8.Terminada a Regularização da Loja o que caberá ao Presidente da Comissão Regularizadora?
R – Após a Regularização da Loja, o Presidente da Comissão Regularizadora deverá remeter ao Grão-Mestre Geral, até 15 dias depois da regularização, um exemplar do Termo de Compromisso de adesão e obediência ao Grande Oriente do Brasil, assinado por todos os membros da Loja e uma cópia da ata de regularização, aprovada na mesma Sessão e assinada pelos membros da Comissão de Regularização.
O Secretário da Comissão Regularizadora, por sua vez, lavrará Ata, a qual, após lida e aprovada na mesma noite, será juntada ao Termo de Compromisso e remetida à Secretaria da Guarda dos Selos da Obediência Estadual.
Irm.: Robson Rodrigues da Silva
quarta-feira, 2 de junho de 2010
SUCESSO ABSOLUTO - A Maçonaria Ontem, Hoje e Amanhã
Realizado no dia 29, no Clube dos Advogados de Niterói, o I SIMPÓSIO MAÇÔNICO da Academia Niteroiense Maçônica de Letras, História, Ciências e Artes, foi marcado pelo sucesso absoluto, tanto pela qualidade dos temas tratados, como pelo número de presentes.
Cerca de 70 pessoas, dentre maçons e não-maçons acompanharam com interesse os trabalhos e ficaram no final com um gostinho de “quero mais”.O Simpósio procurou mostrar uma visão panorâmica da Maçonaria na História, desde o período chamado Operativo, a transformação da Maçonaria Operativa em Especulativa, a expansão da Maçonaria Especulativa, até a vinda para o Brasil. Este foi o tema foi tratado pelo Confrade Ítalo Aslan.
O segundo tema tratou sobre a Maçonaria no Brasil -- origem e expansão. O Expositor, Confrade Francisco Campelo falou sobre os primeiros Maçons no Brasil, as Academias Literárias, a participação dos Maçons nas lutas libertárias, a influência da Maçonaria nos principais momentos históricos, entre outros assuntos.
O terceiro Tema: A Maçonaria Hoje, no Brasil e no Mundo, mostrou como se encontra a Maçonaria nos dias atuais, as principais Obediências, o número de Lojas e Maçons no Brasil e no mundo, os Altos Graus. Tema exposto pelo Confrade Elmo de Azevedo.
O quarto e último Tema "A Maçonaria Amanhã -- perspectivas para o futuro", tema exposto pelo Confrade Ubyrajara de Souza Filho, deixou a platéia ainda mais atenta. Com um tom franco, direto e, até certo ponto irreverente, o expositor procurou mostrar o que poderá vir a ser a Maçonaria no futuro. Entre outros assuntos foram tratados: os motivos da impossibilidade de admissão de mulheres na Maçonaria, crítica à pretensa "Caridade" Maçônica, a comunicação como instrumento de poder, a importância dos novos mecanismos de comunicação via internet, a impossibilidade das Lojas se tornarem completamente virtuais.
A Academia Niteroiense Maçônica de Letras, História, Ciências e Artes promete, para o próximo ano, a realização de mais um Simpósio.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Bem-Vindo ao nosso Blog
A Augusta e Respeitável Loja Simbólica de Estudos e Pesquisas Maçônicas Sabedoria Triunfante nasce a partir da iniciativa de um grupo de irmãos desejosos de ter um espaço de estudos e pesquisas que atenda às necessidades de conhecimento maçônico dos Obreiros do seu Quadro e de outras Lojas.
No dizer de Nicola Aslan “as Lojas Simbólicas, geralmente sobrecarregadas por preocupações de ordem administrativa, litúrgica ou filantrópica dispõem de muito pouco tempo para ministrarem instruções eficientes dos três primeiros graus, limitando-as, via de regra, à comunicação dos Sinais, Toques e Palavras, além do adestramento dos Obreiros na liturgia e no ritualismo...”.
O que desejamos é justamente o contrário. É priorizar o estudo e a pesquisa maçônica, relegando as questões administrativas a um plano secundário, ampliando, assim, o nível de qualificação maçônica dos seus Obreiros; com isso, permitir uma tomada de consciência da necessidade de mais estudos e conhecimentos maçônicos, facilitando uma inserção nos problemas políticos e sociais do país e do mundo. Para tanto, nos dispomos a desenvolver estudos maçônicos sobre história, simbolismo, ritualística, Ritos, legislação maçônica, administração maçônica, além de buscarmos a promoção da cultura em todos os seus níveis.
Federada ao Grande Oriente do Brasil e Jurisdicionada ao Grande Oriente do Brasil – RJ, adotamos também como princípios a liberdade absoluta de consciência e de expressão, a tolerância política e religiosa e o respeito à Verdade de cada um.
Embora não seja comum a iniciação de profanos em uma Loja de Estudos e Pesquisas, pois não é esta a sua prioridade, nada impede que venha fazê-lo, excepcionalmente, desde que os candidatos, além de livres e de bons costumes, preencham o perfil exigido para qualquer um que a ela queira filiar-se.
Por derradeiro, é preciso que se diga que um dos elementos primordiais de uma Sociedade Maçônica – a Sabedoria -- está constantemente em perigo, ameaçada por Três inimigos perigosos, a saber: o fanatismo, a ignorância e a ambição. É preciso que a Sabedoria triunfe. Viva, portanto, a Augusta e Respeitável Loja Simbólica Sabedoria Triunfante!
No dizer de Nicola Aslan “as Lojas Simbólicas, geralmente sobrecarregadas por preocupações de ordem administrativa, litúrgica ou filantrópica dispõem de muito pouco tempo para ministrarem instruções eficientes dos três primeiros graus, limitando-as, via de regra, à comunicação dos Sinais, Toques e Palavras, além do adestramento dos Obreiros na liturgia e no ritualismo...”.
O que desejamos é justamente o contrário. É priorizar o estudo e a pesquisa maçônica, relegando as questões administrativas a um plano secundário, ampliando, assim, o nível de qualificação maçônica dos seus Obreiros; com isso, permitir uma tomada de consciência da necessidade de mais estudos e conhecimentos maçônicos, facilitando uma inserção nos problemas políticos e sociais do país e do mundo. Para tanto, nos dispomos a desenvolver estudos maçônicos sobre história, simbolismo, ritualística, Ritos, legislação maçônica, administração maçônica, além de buscarmos a promoção da cultura em todos os seus níveis.
Federada ao Grande Oriente do Brasil e Jurisdicionada ao Grande Oriente do Brasil – RJ, adotamos também como princípios a liberdade absoluta de consciência e de expressão, a tolerância política e religiosa e o respeito à Verdade de cada um.
Embora não seja comum a iniciação de profanos em uma Loja de Estudos e Pesquisas, pois não é esta a sua prioridade, nada impede que venha fazê-lo, excepcionalmente, desde que os candidatos, além de livres e de bons costumes, preencham o perfil exigido para qualquer um que a ela queira filiar-se.
Por derradeiro, é preciso que se diga que um dos elementos primordiais de uma Sociedade Maçônica – a Sabedoria -- está constantemente em perigo, ameaçada por Três inimigos perigosos, a saber: o fanatismo, a ignorância e a ambição. É preciso que a Sabedoria triunfe. Viva, portanto, a Augusta e Respeitável Loja Simbólica Sabedoria Triunfante!
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